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Depois
de ter-me embriagado com Edgar Morin, decidi que tinha que percorrer o seu
caminho, "checando" suas conclusões, bem como seus argumentos.
Iniciou-se, para mim, uma estrada, ainda aberta mesmo agora, quando
escrevo essas linhas, nesse 12/10/2005. Tentarei registrar as leituras na
área de "pensamento complexo" e seus correlatos que fiz depois
da leitura da série O Método.
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(UNESP,
2002)
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Fundamental,
pra mim. Interessa-me sobretudo a sua afirmação do "retorno"
do "tempo" à ciência... Sou um exegeta histórico-crítico,
que aborda histórico-socialmente os textos do Antigo Testamento. Tempo e
história, para mim, são co-irmãos, paridos, um, pelo útero sagrado,
outro, pelo(s) úteros humanos... No que me diz respeito, penso que toda a
geração "Gadamer" precisará retornar às pranchetas depois
de(sse) Prigogine. Apaixonante!
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(UNESP,
1996)
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Um
livro que não me perdoaria de não o ter lido. Chega a ser fundamental
para leitura de As Leis do Caos. Instala o tempo como constituinte
do próprio Universo, de tal modo que a irreversibilidade constituiria
todos os acontecimentos, não só históricos, posto que humanos, mas,
mesmo, os físicos, contra a aparente percepção da reversibilidade do
tempo na física clássica.
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Leia
a
CARTA
PARA AS GERAÇÕES FUTURAS,
de ILYA PRIGOGINE
Leia
o artigo A
CIÊNCIA NUMA ERA DE TRANSIÇÃO,
de ILYA PRIGOGINE |
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(UNESP)
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Um
livro de entrevistas com famosos especialistas sobre as áreas
relacionadas à pesquisa do "caos" e da "inteligência
artificial". Estão entre eles, claro, Ilya Prigogine e Edgar Morin -
como faltariam? Além deles: René Thom, Henri Atlan, Paul Feyerabend,
Heinz von Foerster e outros. Vale a pena a leitura: para quem deseja
"começar" a caminhada, de forma mais leve do que indo
diretamente aos textos, essas entrevistas abrem um horizonte de acesso
bastante mais fácil.
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(Jorge
Zahar, 2003)
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O
livro trata da dinâmica de rede, como repercussão direta, eu penso, de
conceitos derivados do pensamento complexo. Johson trata de formigas, de
cérebros, de cidades e de softwares. É instigante. Os desdobramentos
para a teologia são significativos, desde que se esteja disposto,
primeiro, a pensar, e , depois, a pagar o preço...
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(UFRJ/COPEA,
2003)
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Nussenzveig
é na verdade organizador da coletânea de artigos, apresentados no ciclo
de conferências da COPEA (Coordenação de Programas de Estudos
Avançados) em 1995/1996 - lá se vão 10 anos! Mas a publicação é mais
recente. O tema é a interdisciplinaridade e o pensamento complexo. Os
artigos são excelentes, todos eles: "Introdução à
Complexidade" abre a coletânea, funcionando como uma
"introdução" aos temas. Segue-se a série: 1) Sistemas
Caóticos e Sistemas Complexos (Jacob Palis); 2) Caos em Sistemas
Dissipativos e Hamiltonianos (Alfredo M. Ozorio de Almeida); 3) Fractais (Ildeu
de Castro Moreira); 4) Autônomos Celulares (Paulo Murilo Castro de
Oliveira; 5) Criticalidade Auto-Organizada (Marcelo A. F. Gomes); 6) Redes
Neurais (Rita M. C. de Almeida); 7) A Genética Identificando e Explicando
o Funcionamento de Nossos Genes: Prós e Contras (Mayana Zats); 8)
Sociedades Moderno-Contemporâneas (Gilberto Velho); 9) Evolução,
Sistemas Complexos e Caos (Francisco M. Salzano); 10) Evolução de
Sistemas Biológicos Integrados: Multicelularidade e Diferenciação
Celular (Radovan Borojevic); 11) (e mais...)
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(Jorge
Zahar, 2002)
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Resolvi
comprar esse livro, que achei "por acaso", porque o trabalho da
pesquisadora é tratado no livro de Steven Johnson, Emergência. É um
aprofundamento à questão da organização "complexa" das
sociedades de formigas, através de estudos de casos de formigueiros do
deserto do Arizona. Interessante ilustração...
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